segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Nos paços de Lina Bo Bardi com Stéphane Couturier

Casa do Benin
Casa do Benin
Edvaldo e Stéphane
Casa do Benin
Restaurante na Ladeira da Misericordia
Vista da Ladeira da Misericordia
Vista da Ladeira da Misericordia
Edvaldo
fotos Irène Kirsch

Conversas Plugadas com Stéphane Couturier
Data e horário: 12/09 (segunda-feira), as 19h
Local: Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA)
Ingresso: gratuito (acesso ao público a partir de 1 hora antes do evento,
sujeito a lotação)
Maiores informações: 3117-4883/ 4884

domingo, 4 de setembro de 2011

Conversas plugadas com Stéphane Couturier no TCA dia 12 as 19h

No dia 12/09 (segunda-feira), às 19h, na Sala do Coro do TCA, acontece mais uma edição do Conversas Plugadas com o fotografo francês Stéphane Couturier.
Stéphane Couturier, um dos mais importantes nomes da fotografia contemporânea francesa, que esta pela primeira vez na Bahia. Stéphane compõe imagens que questionam a experiência do olhar a partir de uma técnica de sobreposição de fotos criada por ele. A tática consiste em unir duas fotos através de montagem, gerando uma terceira imagem para provocar reflexão na forma com a qual as pessoas observam a paisagem urbana. Ele já expôs nas Bienais de Moscou (Rússia) e Havana (Cuba), no Museu Georges Pompidou e na Biblioteca Nacional de Paris (ambos em Paris), no Centro Nacional de Fotografia dos EUA (em Nova York) e no Museu de Artes de Seul (Coreia do Sul).

No bate-papo do dia 12, Stéphane vai falar sobre sua obra/história e a residência artística em Salvador. No período, ele vai fotografar a cidade junto com o baiano João Milet Meirelles, para um projeto chamado Salvador cidade-porto, no qual vão produzir obras no porto e em diversas partes da cidade. A previsão é que o resultado vire exposição e catálogo em 2012. Antes disso, a única passagem de Couturier pelo Brasil foi em Brasília, onde fez uma série de fotos inspirada nos padrões arquitetônicos da capital. A conversa vai ter a participação de João Milet Meirelles e abertura de Irène Kirsch (Adida cultural da França em Salvador).

Nascido em 1957, Stéphane Couturier começou fotografando arquitetura e arte em Paris. Com o trabalho influenciado pela estética das obras do arquiteto franco-suiço Le Corbusier, ele tem a obra marcada pelo visualmente complexo, com intervenções que deixam os registros entre o documental e a ficção, resultando em imagens de grande impacto. As fotos dele misturam linhas retas, curvas, texturas e cores marcantes, numa profusão de impactos visuais, com brincadeiras com perspectiva e profundidade. A informação visual diversa, muitas vezes contrastante, vem de cenários urbanos, de cidades da França, Alemanha, Cuba, Itália e Coreia do Sul. Ele forja ângulos (e depois montagens) que exibem – ora alinhando, ora contrapondo – construções, ruínas, traços minimalistas e emaranhados.

Stéphane tem três principais séries de fotografias: Landscaping (paisagismo, em inglês), Monumentos e Melting Point (“ponto de fusão”, em inglês). Na primeira, ele experimenta uma pesquisa sobre as vistas panorâmicas, recompondo paisagens onde não existe necessariamente uma continuidade. Com isso, ele deixa a dúvida: trata-se de uma reconstituição ou de uma paisagem original? Em Monumentos, Couturier trata do avanço da urbe genérica através do tratamento das fachadas como abstrações figurativas. Com Melting Point – que começou em uma usina da Toyota – ele mescla fotos de obras arquitetônicas de cidades como Havana (Cuba), Barcelona (Espanha), Chandigardh (Índia) e Brasília.
As fotografias de Stéphane já foram destaque nas Bienais de Moscou (Rússia) e de Havana (Cuba), no Museu Georges Pompidou (Paris), no Museu de Arte Moderna de Luxemburgo, no Museu de Fotografia da Bélgica, no Instituto de Arte de Chicago (EUA), no Museu de arte de Cleveland (EUA), na Biblioteca Nacional de Paris, no Museu de Artes de Seul (Coreia do Sul), na Galeria Nacional de Arte dos EUA e no Centro Nacional de Fotografia dos EUA, em Nova York.

Conversas Plugadas – O objetivo deste projeto é promover o intercâmbio da sociedade, principalmente dos membros da classe artística e do corpo técnico do TCA, com profissionais de grande excelência no campo das artes. Dentro dessa proposta, o projeto Conversas Plugadas cumpre o objetivo de transmitir conhecimento, promover a troca de idéias e novos olhares sobre a profissão através do contato e intercâmbio com técnicos e profissionais que estejam se apresentando pela cidade.

Patrocínio: Bureau Salvador/Consulado Geral da França para o Nordeste, Trapiche Barnabé e Institut Français
Apoio: Pousada des Arts e Agência Péck
Realização: TAG Arts, TCA/Funceb/Governo da Bahia.

sábado, 3 de setembro de 2011

Ady Sá Teles Santana de volta da França




Relato a minha participação no Cours de méthodologie du français langue étrangère, na Université de Perpignan Via Domitia, do 3 a 30 de julho.

O curso foi dividido em quatro módulos semanais ministrados por professores doutores em língua e literatura francesa, a exemplo de Chantal Parpette, Christian Puren, Jean Guillemet, C. Pierre et Jacky Caillier, diretor do Centro Universitário de Estudos Franceses.
Na primeira semana, o tema do módulo foi Français Langue étrangère; na segunda, Littérature contemporaine et Cinéma; terceira, Français sur Objectif Universitaire FOU; na quarta e última, Le théâtre et les apports linguistiques et culturels. Os módulos somaram o total de 80 horas de curso de didática do francês sobre objetivo específico e 40 horas de contribuição cultural e lingüística referente ao estágio especializado de formação para professores 2011 organizado pelo Centro Universitário de Estudos Franceses da Universidade de Perpignan.

Nesse curso, tive a oportunidade de interagir com outros professores de francês de diversas nacionalidades, a exemplo da Alemanha, Romênia, Cazaquistão, etc., além de professores brasileiros das regiões Sul e Sudeste. Trocamos experiências e falamos sobre as questões relativas ao curso de francês, língua estrangeira em cada comunidade. Destacamos o nosso trabalho com a lingua francesa em nossas universidades e propusemos sugestões de atividades para interação entre essas instituições e a Universidade Estadual de Feira de Santana UEFS com o objetivo de incentivar o intercâmbio entre professores e alunos de lingua francesa de várias comunidades acadêmicas.

Agradeço a Embaixada da França no Brasil, assim como ao governo francês pelo apoio moral e financeiro. Agradeço também ao SCAC Salvador, a secretária da adida aqui na Bahia e a todos aqueles que me apoiaram nessa empreitada, a UEFS e ao governo da Bahia pelo afastamento concedido a mim para ausentar-me do país durante esse período. Espero poder continuar minha formação a partir de cursos como estes na França ou em outro país francófono.


Ady Sá Teles Santana

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Stéphane Couturier na UFBA e no boteco Cruz do Pascoal

F.Liger, I.Kirsch, C.Rebouças, S.Couturier, J.Cantarelli, A.Rapold Haerter
S. Couturier, J.Meirelles e Nivaldo Andrade


Nivaldo Andrade, arquiteto e professor na Escola de arquitetura da UFBA acolheu com muito carinho e muita competência o fotógrafo StéphaneCouturier para uma conversa sobre os prédios singulares ou que marcaram a históriaarquitetônica da cidade.
Assim, entre outras, vão ficar no roteiro fotográfico de Stéphanepeças da obra de Diógenes Rebouças, Fernando Peixoto, Lelé e afrescos deCarybé, Mario Cravo, Athos Bulcão ou Jenner.

Stéphane nãodeixou escapar a oportunidade de comer carne seca no Boteco do Cruz do Pascoalcom a equipe da TAG Arts se deliciando com a vista para a Baía de Todos osSantos.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fotógrafo Stéphane Couturier em residência artística em Salvador

Stéphane Couturier no CAB
Dois Mundos
Edvaldo
Stéphane e João Milet Meirelles
João e Stéphane
Stéphane no STIEP
Stéphane na Federação
João, Stéphane e Dois Mundos
Dois Mundos salvando uma pipa
obra no Pelourinho/fotos Irène Kirsch

O fotógrafo Stéphane Couturier já está em Salvador para uma temporada de 3 semanas. Elechegou para fotografar a cidade contando com a possibilidade de uma exposiçãoem 2012.

Com o patrocíniode Bureau Salvador/Consulado Geral da França no Nordeste, Trapiche Barnabé,Institut français e com o apoio de TAG Arts, Pousada des Arts, onde ele estámaravilhosamente hospedado aos cuidados de Eric e Rose, e Agencia Péck,Stéphane Couturier descobre varias facetas da cidade com a ajuda do olhar do jovemartista João Milet Meirelles, do produtor e fino conhecedor de Salvador, ofamoso Dois Mundos, e a carona preciosa de Edvaldo Neto Gomes.

Stéphanee seu time de ouro já rodaram o CAB, o bairro 2 de julho, Federação, Ogunjá,STIEP, cidade baixa e claro Santo Antonio e o Pelourinho. Ainda há muito a servisto e fotografado.

Stéphane Couturier começou fotografando arquitetura e arte em Paris. Com otrabalho influenciado pela estética das obras do arquiteto franco-suíço LeCorbusier, ele tem a obra marcada pelo visual complexo, com intervenções quedeixam os registros entre o documental e a ficção, resultando em imagens degrande impacto. As fotos dele misturam linhas retas, curvas, texturas e coresmarcantes, numa profusão de impactos visuais, com brincadeiras com perspectivae profundidade. A informação visual diversa, muitas vezes contrastante, vem decenários urbanos, de cidades da França, Alemanha, Cuba, Itália e Coréia do Sul.Ele forja ângulos (e depois montagens) que exibem – ora alinhando, oracontrapondo – construções, ruínas, traços minimalistas e emaranhados.
Stéphane tem três principais séries defotografias: Landscaping (paisagismo, em inglês), Monumentos e Melting Point(“ponto de fusão”, em inglês). Na primeira, ele experimenta uma pesquisa sobreas vistas panorâmicas, recompondo paisagens onde não existe necessariamente umacontinuidade. Com isso, ele deixa a dúvida: trata-se de uma reconstituição oude uma paisagem original? Em Monumentos, Couturier trata do avanço da urbegenérica através do tratamento das fachadas como abstrações figurativas. ComMelting Point – que começou em uma usina da Toyota – ele mescla fotos de obrasarquitetônicas de cidades como Havana (Cuba), Barcelona (Espanha), Chandigardh(Índia) e Brasília.
As fotografias de Stéphane já foram destaquenas Bienais de Moscou (Rússia) e de Havana (Cuba), no Museu Georges Pompidou(Paris), no Museu de Arte Moderna de Luxemburgo, no Museu de Fotografia daBélgica, no Instituto de Arte de Chicago (EUA), no Museu de arte de Cleveland(EUA), na Biblioteca Nacional de Paris, no Museu de Artes de Seul (Coréia doSul), na Galeria Nacional de Arte dos EUA e no Centro Nacional de Fotografiados EUA, em Nova York.
Stéphane Couturier é representado em Parispela Galerie Polaris, www.galeriepolaris.com.

Conversas Plugadas comStéphane Couturier
Data e horário: 12/09 (segunda-feira), as 19h
Local: Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA)
Em francês, com tradução para o português
Ingresso: gratuito (acessoao público a partir de 1 hora antes do evento, sujeito a lotação)
Maiores informações: 3117-4883/ 4884
Patrocíniodo
BureauSalvador-SCAC Recife, Trapiche Barnabé e Institut Français
Apoio : Pousada des Arts, Agência Péck
Realização TAG Arts e TCA/Funceb/Governo da Bahia.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Mylène Baptista fala na Aliança francesa dia 25




Mylène Baptista escritora francesa de livros de literatura infanto-juvenil, nascida em Bordeaux, esta em seu quarto livro. Interessada pela cultura brasileira, desenvolve em suas obras tematicas afrodecendentes e indigenas inerentes em nossa cultura.
Tem como publico alvo jovens estudantes para os quais promove encontros onde apresenta com muito carisma um pouco da cultura brasileira.
Seu proximo trabalho se chamará INAWA.
INAWA, será o nome de meu proximo heroi
Inawa o meu heroi, esta na selva, perdido na Amazona
entretanto está longe de estar so nessa flortesta tão densa
Inawa, meu amigo indio, tem um pai que se chama Orana
Orana trabalha com os cientistas, ele lhes transmite seu conhecimento...
Mylene Baptista
Data- 25/08/2011
Horário- 16h30
Local- Alliance française da Barra

Palavras de Soane, de volta do estágio no Cavilam na França

O Programa de Estágio de Formação para professores de Francês de escolas públicas brasileiras, que aconteceu em Vichy, na França, no mês de julho de 2011, foi maravilhoso.

Para os nove brasileiros, o programa começou com uma jornada cultural em Paris onde visitamos o Musée d’Orsay, Versailles, a Tour Eiffel, Montmartre e fizemos um passeio de Bateaux-Mouche na Seine.

Em Vichy, cidade famosa na França pelo poder medicinal de suas águas termais, o estágio foi no CAVILAM, um centro de formação que realiza parcours, atelliers e aperfeiçoamento da língua francesa para estrangeiros no período de verão.

No primeiro dia se recebe a relação dos cursos que poderão ser escolhidos para fazer a cada semana. Toda semana se tinha direito a 1 curso, 1 conferência e 2 oficinas. As quartas-feiras eram os encontros das editoras, onde recebíamos livros como brinde, todos os professores ganharam um grande Dictionnaire Universal da Hachette.

O ponto alto de estágio no CAVILAM foi o método de trabalho, pois as turmas não eram fixas e a cada semana quando se trocava de curso, havia uma integração com outras pessoas, possibilitando assim a troca de experiências com pessoas de todos os lugares do mundo. Ter em uma sala colegas que falavam chinês, javanês, português e todos se comunicarem em um mesmo idioma: francês. Na outra semana se tinha outros colegas que falavam russo, italiano, árabe etc. pessoas de países que nunca tínhamos ouvido falar, para mim isso foi uma experiência inenarrável, maravilhosa. Muito diferente de outros estágios que já fiz no exterior, onde a turma era fixa durante todo o tempo do estágio.

Nos finais de tarde e nos finais de semanas eram realizados passeios culturais. Conhecemos Lyon e Clermont-Ferrand. Visitamos castelos do século XII, assim como estivemos em igrejas lindas.